Módulo offshore
Acomodação, catering, oficina, laboratório, escritório e sanitário fabricados para içamento por slingas e peação no convés, com antecâmara e vedação de bordo.
Área de vivência, escritório, sala de controle, oficina coberta e módulo habitável para refinarias e indústrias petroquímicas em todo o território nacional, paradas técnicas, plataformas de petróleo e operação em região remota. Estruturas que acompanham a campanha — mobilizam, atendem o pico e saem.
O setor não contrata estrutura permanente: contrata capacidade por um período determinado. Muda a exigência normativa de cada frente, mas a lógica é sempre a mesma — chegar pronto, atender a curva e sair.
Área de vivência, escritório, sala de controle, ambulatório e almoxarifado dentro do próprio site industrial, sem obra civil e sem imobilizar área construída. A Tecnomod atende refinarias e indústrias petroquímicas em todo o território nacional.
É onde o efetivo triplica por algumas semanas e volta ao normal. Vivência, oficina coberta e apoio logístico entram na mobilização, acompanham o pico e saem na desmobilização — o contrato dura a parada, não o ano.
Módulo offshore de acomodação, catering, oficina, laboratório e sanitário, fabricado para içamento e peação a bordo. É aqui que entra o módulo de acomodação temporária previsto na NR-37.
Extremo norte, interior e frente sem estrada consolidada. O módulo chega pronto, o galpão lonado sobe sem fundação e a frota própria de munck resolve o último trecho — que costuma ser o mais caro do projeto.
Quem planeja campanha embarcada costuma tratar o módulo de acomodação como zona cinzenta. Não é. O capítulo 37.12 da NR-37 nomeia o módulo de acomodação temporária, diz em que hipóteses ele entra, quanto espaço cada pessoa precisa ter, qual o teto de ocupação e o que precisa ser aprovado antes.
Itens do capítulo 37.12 da NR-37, aprovada pela Portaria MTb nº 1.186, de 20 de dezembro de 2018, e atualizada pela Portaria MTP nº 4.219, de 20 de dezembro de 2022. O dimensionamento final depende do efetivo da campanha, do arranjo de bordo e do que a fiscalização determinar no caso concreto — a Tecnomod ajuda a montar a conta, mas a responsabilidade técnica é do engenheiro de segurança do contratante.
Em refinaria e em indústria petroquímica, a parada é o evento que mais concentra risco de cronograma: o efetivo multiplica, a janela é fixa e cada dia parado tem custo conhecido. A estrutura de apoio não pode ser o que atrasa.
É quando a conta da NR-37 tem de ser feita, se a campanha for embarcada: o teto de 25% da lotação permanente e a aprovação prévia do órgão regional são prazo de processo, não de fábrica. Em terra, o que manda é o efetivo por turno e a distância até a vivência.
Vivência, escritório e apoio chegam prontos e ligam ao provisório. Nada de alvenaria a executar antes de a campanha começar — o cronograma da parada não tem folga para obra de canteiro.
O efetivo multiplica por algumas semanas. Módulos adicionais entram por remanejamento e o galpão lonado cobre a frente de serviço, protegendo equipamento aberto da chuva e do sol.
Tudo sai. A área é devolvida como estava e o que era despesa de campanha não virou entulho nem ativo imobilizado na planta.
A combinação muda conforme a frente seja em terra, embarcada ou remota — e conforme a campanha seja de operação contínua ou de parada.
Acomodação, catering, oficina, laboratório, escritório e sanitário fabricados para içamento por slingas e peação no convés, com antecâmara e vedação de bordo.
Alojamento de um ou dois pavimentos, dimensionado pelo efetivo do turno, com sanitário e refeitório no mesmo núcleo. Cresce por acoplamento quando a campanha aumenta.
Refeitório com mesas coletivas e módulo sanitário com cabines e lavatórios, entregues equipados e prontos para ligar no provisório.
Estação de trabalho para fiscalização, planejamento e comissionamento, com sala de reunião e layout aberto quando o efetivo administrativo da parada cresce.
Cobertura de grande vão livre sobre a frente de manutenção, oficina de pré-montagem ou área de armazenagem — montada sem fundação e desmontada ao fim da campanha.
Módulo de saúde ocupacional com maca, armário de medicação e rampa de acessibilidade, para atendimento dentro do próprio site durante a campanha.
Em refinaria e em indústria petroquímica, tambor e bombona estocados em pátio, sobre piso comum, são o primeiro item que a auditoria ambiental encontra — e o mais difícil de justificar depois de um derramamento. A Tecnomod fornece container específico para estocagem de produto químico, com bandeja de contenção sob a unidade.
A construção parte de um container refrigerado: o piso perfilado em alumínio não retém líquido, conduz. O que vaza escorre pelas frestas, corre pelos canais e sai pelos drenos que a unidade já tem de fábrica — que descarregam numa bandeja de aço encaixada por baixo, como uma gaveta.
O resultado é que a estocagem deixa de ser um passivo e vira um item controlado: o que vaza fica contido, visível e recolhível, e a bandeja sai inteira para inspeção sem precisar mover a carga. A unidade mantém o fechamento travável, a movimentação pelos blocos de canto e a realocação com a frota própria da Tecnomod.
Bacia de contenção não é um detalhe de acabamento: é um caminho projetado, do piso até a gaveta. Estes quatro recortes mostram o percurso inteiro.
Bacia rasa de aço que corre em guias sob a unidade, como uma gaveta. Sai inteira para inspeção e limpeza, sem precisar entrar na câmara nem mover a carga.
O que vaza cai nas frestas do piso, corre pelos canais e sai pelos drenos de fábrica — que descarregam direto na bandeja. Ao lado, o ponto de aterramento da unidade.
O piso perfilado é o que torna a contenção possível: ele não retém líquido, conduz. A unidade fica um degrau acima do piso, com rampa larga na testeira.
Prateleira galvanizada para bombona de 20 L, área livre para tambor de 200 L em pé e espaço para IBC de 1000 L em gaiola.
A unidade fica um degrau acima do piso — o vão necessário para a gaveta passar, e nada além disso. Na testeira das portas, uma rampa larga de chapa xadrez com inclinação suave permite que a empilhadeira suba e entre carregada, inclusive com IBC de 1000 litros.
É a diferença entre uma unidade que exige transbordo manual na porta e uma que recebe o palete direto. Em operação com produto químico, cada movimentação manual a menos é um risco a menos.
Em operação remota, o preço do projeto raramente está no que se compra: está em como aquilo chega. Estrada sazonal, balsa, distância de centro urbano e ausência de mão de obra local transformam uma obra convencional em risco de cronograma.
É onde a lógica modular rende mais. A unidade sai da fábrica pronta e chega para ser posicionada, não construída. O galpão lonado sobe sobre placa de base chumbada no piso existente, sem fundação, com equipe reduzida. E a frota própria de munck resolve o último trecho — que é justamente onde transportador de terceiro cobra mais e agenda pior.
Um dos galpões lonados da Tecnomod opera como hangar de helicóptero no aeroclube de Oiapoque, no extremo norte do país, abrigando aeronave em um dos pontos mais distantes do território nacional.
Em refinaria e em indústria petroquímica, instalação em área com atmosfera potencialmente explosiva não se resolve escolhendo um modelo de módulo. Ela começa no laudo de classificação de áreas do próprio cliente, que define zona, grupo e classe de temperatura — e é esse laudo que determina o grau de proteção que a instalação elétrica precisa ter e a que distância o módulo pode ser posicionado.
A Tecnomod avalia esses pedidos projeto a projeto. O pedido entra com o laudo e o arranjo pretendido, e a especificação é orçada por unidade. O que não fazemos é vender conformidade genérica: dizer que um módulo “atende área classificada” sem conhecer a zona é uma afirmação sem conteúdo, e é a que costuma ser reprovada na auditoria do cliente.
Se a sua pergunta não estiver aqui, o WhatsApp responde de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Permite, e mais do que isso: regula. O capítulo 37.12 da NR-37 trata das condições de vivência a bordo e traz itens específicos sobre módulos de acomodação temporária, a partir do 37.12.7.4. A norma define quando eles podem ser instalados — campanhas de manutenção, reparação, montagem, comissionamento, descomissionamento, desmonte ou intervenções —, qual a área mínima por pessoa e quais requisitos construtivos precisam ser atendidos. Não é uma exceção tolerada pela fiscalização: é uma hipótese prevista no texto.
3,00 m² por pessoa, contra 3,60 m² exigidos no dormitório permanente. É o que diz a alínea h do item 37.12.7.1. O camarote acomoda no máximo quatro pessoas, conforme a alínea f do mesmo item. Esses números, combinados com o efetivo da campanha, definem quantos módulos o projeto precisa.
Existe. O item 37.12.7.9 estabelece que o somatório dos trabalhadores alojados em camarotes provisórios e em módulos de acomodação temporária não pode exceder 25% do quantitativo máximo de trabalhadores instalados nos camarotes permanentes. É um teto que se calcula na fase de planejamento da campanha, porque ele pode limitar o efetivo embarcável antes de qualquer restrição de fornecimento.
Sim. O item 37.12.7.4.2 exige solicitação ao órgão regional de inspeção do trabalho, instruída com análise de riscos e plantas. O item 37.12.7.8 acrescenta que o projeto, o prazo de utilização e eventual prorrogação também são aprovados pelo órgão. Isso é prazo de processo e precisa estar no cronograma da parada desde o início — é o item que mais atrasa campanha embarcada.
Atende refinarias e indústrias petroquímicas em todo o território nacional, com módulos de vivência, escritório, sala de controle, ambulatório e almoxarifado, além de galpão lonado para cobertura de frente de manutenção. O atendimento cobre tanto operação contínua quanto campanha de parada.
É avaliado projeto a projeto. A classificação de área é definida pelo laudo do próprio cliente, e é ele que determina qual grau de proteção a instalação elétrica precisa ter e a que distância o módulo pode ficar. A Tecnomod trata isso como escopo de engenharia, não como item de prateleira: o pedido entra com o laudo, e a especificação é orçada por unidade.
Atende. Um dos galpões lonados da Tecnomod opera como hangar de helicóptero no aeroclube de Oiapoque, no extremo norte do país. A logística de região remota é o que mais encarece projeto no setor, e ela se resolve na combinação de três coisas: unidade que chega pronta, estrutura que sobe sem fundação e frota própria para o último trecho.
Para produto químico existe uma unidade específica, com bandeja de contenção sob a área de estocagem. A bandeja retém vazamento e derramamento dentro da própria unidade, em vez de deixar o produto atingir o piso e o solo. É o item que a auditoria ambiental procura primeiro quando encontra tambor ou bombona estocada em pátio.
Depende de disponibilidade de frota e da distância, e é justamente por isso que a conversa precisa começar no planejamento da campanha, não na semana da mobilização. Módulo pronto existe em estoque; módulo com especificação de projeto — área classificada, requisito construtivo embarcável, arranjo específico — tem prazo de fabricação e precisa entrar no cronograma.
A diferença está nos requisitos construtivos. Um módulo de canteiro atende à NR-18 e é dimensionado para operar em terra. Um módulo embarcável precisa atender aos requisitos técnicos do item 37.12.7.4.3 da NR-37, que inclui material classe A-60 conforme o Código MODU, estrutura resiliente e saída de emergência alternativa, além de ser fabricado para içamento por slingas e peação no convés. São produtos diferentes e não se substituem.
Informe a frente (refinaria, petroquímica, parada, plataforma ou região remota), o efetivo previsto por turno, a janela da campanha e o local. Se a campanha for embarcada, adiante o teto de ocupação e o prazo pretendido — são eles que definem o caminho da aprovação.