Armazenagem e transbordo
Área coberta para carga paletizada, big bag, bobina e granel ensacado, com pé-direito que aceita empilhamento e circulação de empilhadeira.
Cobertura de grande vão livre em estrutura treliçada e lona vinílica, dimensionada por projeto. Resolve o problema que a obra civil não resolve no prazo: área coberta em semanas, sem fundação de concreto, e reversível quando o contrato termina.
A alternativa real não é outro lonado: é construir. Estas são as três diferenças que decidem, e nenhuma delas é preço de metro quadrado.
A montagem de uma cobertura de 4.000 m² leva cerca de 15 dias, contados da chegada da estrutura ao pátio. A diferença para a obra convencional não está na execução: está na fundação, no licenciamento e na cadeia de suprimento que o lonado não precisa percorrer.
A estrutura dispensa fundação de concreto. As colunas são ancoradas ao piso existente, desde que nivelado. Não há escavação, bloco, espera de cura nem canteiro dentro da área que se quer usar.
Terminado o contrato, a estrutura é desmontada e o pátio volta ao que era. É a diferença entre ocupar uma área por um período determinado e construir sobre ela em definitivo.
O que muda de um caso para outro não é a estrutura: é o vão, o pé-direito e a posição das portas, definidos pela operação que vai acontecer embaixo.
Área coberta para carga paletizada, big bag, bobina e granel ensacado, com pé-direito que aceita empilhamento e circulação de empilhadeira.
Cobertura montada para a janela da parada e desmontada ao fim dela, protegendo serviço e equipamento sem imobilizar área construída o ano inteiro.
Frente de trabalho coberta para pré-montagem eletromecânica, caldeiraria e preparação de conjunto antes da instalação definitiva.
Operação de recebimento, conferência e expedição sob cobertura, com porta dimensionada para a entrada do veículo que a operação usa.
Guarda de máquina, insumo e material sensível a chuva e sol direto, em pátio que não tem área construída disponível.
Extensão de galpão existente durante pico de demanda, safra ou obra, sem licenciamento de ampliação e sem imobilizar capital em construção.
O vão livre deixa de ser vantagem e passa a ser condição quando o que entra embaixo da cobertura é uma aeronave: rotor não divide sala com pilar. Nessa configuração a testeira inteira abre, em folhas de lona que recolhem para os dois lados, em vez da porta de serviço do galpão logístico.
É a mesma estrutura, o mesmo sistema de montagem e a mesma ausência de fundação — o que muda é o vão da abertura e o dimensionamento da altura livre. A Tecnomod tem uma unidade nessa configuração operando como hangar em aeroclube, prova de que a solução chega a lugar onde obra civil é cara e demorada.
Galpão lonado não tem medida de catálogo como o contêiner de 6 e 12 metros. O que existe é uma lógica de crescimento — e ela é o que interessa para planejar a área.
A cobertura é de duas águas, com travejamento no vão central a cada 5 m. É esse travejamento que define o módulo: o comprimento cresce de 5 em 5 metros, nos dois sentidos, sem trocar a estrutura já montada. Quem começa com uma área e precisa de mais no ano seguinte amplia, em vez de recomeçar.
A largura é o vão livre — sem pilar intermediário, porque pilar no meio do galpão inutiliza corredor de empilhadeira e quebra o plano de armazenagem. O pé-direito é definido pela operação: altura de empilhamento, altura do veículo que entra e altura do equipamento que trabalha embaixo.
Configuração de referência, para dar escala: 40 × 100 m com pé-direito de 6 m, o que resulta em 4.000 m² de área coberta com vão livre e uma porta retrátil de 5 × 5 m. Não é um padrão de catálogo — é um projeto executado nessa medida.
O que integra o fornecimento e o que é orçado à parte, separado de forma explícita — porque é aí que orçamento de cobertura costuma escorregar.
A Tecnomod responde pelo projeto, transporte, montagem e desmontagem, em contrato único. O cliente trata com um fornecedor do começo ao fim, e não com uma cadeia de prestadores em sequência.
A mobilização de munck, plataforma articulada e empilhadeira para a montagem faz parte do escopo. Calha, canaleta e duto de captação de águas pluviais são opcionais, e vale decidir no projeto, porque dependem da drenagem que o pátio já tem.
A comparação honesta inclui onde a obra convencional ganha. Se a cobertura é definitiva e a operação vai ficar ali por vinte anos, construir é a decisão certa.
| Galpão lonado | Obra metálica convencional | |
|---|---|---|
| Prazo até operar | Cerca de 15 dias de montagem para 4.000 m² | Meses, somando projeto, fundação e execução |
| Fundação | Dispensa fundação de concreto; ancoragem no piso existente | Bloco, sapata e tempo de cura |
| Licenciamento | Não exige habite-se; área tratada como transitória | Projeto aprovado e habite-se |
| Investimento | Locação mensal, sem imobilizar capital | CAPEX imobilizado no ativo |
| Reversibilidade | Desmontada ao fim do contrato; o pátio volta ao que era | Permanente |
| Ampliação | Módulos de 5 m no comprimento, nos dois sentidos | Nova obra e novo licenciamento |
| Fechamento | Lona vinílica, substituível | Alvenaria ou telha, com maior vida útil |
Se a necessidade é de escritório, vestiário, refeitório ou almoxarifado fechado e climatizado, e não de cobertura de grande vão, a linha indicada é o container modular habitável ou o container depósito.
Se a sua pergunta não estiver aqui, o WhatsApp responde de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Não há tamanho de catálogo: o galpão é dimensionado por projeto. O sistema construtivo é ampliável nos dois sentidos do comprimento, em módulos de 5 m, o que permite crescer a cobertura sem trocar a estrutura. Uma configuração de referência é 40 × 100 m com pé-direito de 6 m, o que dá 4.000 m² de área coberta com vão livre.
Não. A estrutura dispensa fundação de concreto. O que ela exige é piso nivelado: em piso de concreto, as colunas são ancoradas por cantoneira fixada e estaqueada ao chão. Não há escavação, bloco nem espera de cura.
Sim, mediante visita técnica prévia. A visita é o que define se a área recebe a estrutura como está ou se há nivelamento e preparo antes da montagem.
Cerca de 15 dias para uma cobertura de 4.000 m², contados da chegada da estrutura ao pátio, em condição climática favorável. A montagem usa munck, plataforma articulada e empilhadeira.
Não. A estrutura é desmontável e tratada como área transitória, o que dispensa habite-se. A tributação municipal e eventual exigência do corpo de bombeiros dependem do município e do uso, e devem ser confirmadas com a prefeitura do local de instalação.
Não. O vão é livre, sem pilar intermediário — o travejamento fica no vão central da cobertura, a cada 5 m, e não interfere na circulação nem no empilhamento embaixo.
Por amarração. A borda de cada pano tem uma bainha reforçada com ilhoses, e uma corda é passada em zigue-zague por eles e pela estrutura, formando uma sequência de Xs que puxa o pano contra o perfil. É um sistema simples e reparável em campo: se um pano precisa sair, ele sai sem desmontar estrutura.
Lona vinílica, em tecido de poliéster de alta tenacidade revestido de PVC nas duas faces, modelada e soldada por alta frequência. É impermeável e recebe tratamento antimofo, anti UVA/UVB com sistema black-out e autoextinguível. O fechamento lateral e frontal segue a mesma especificação.
Sim. O sistema construtivo permite ampliar nos dois sentidos do comprimento, em módulos de 5 m, sem substituir a estrutura já montada.
Não. Calha, canaleta e duto de captação de águas pluviais são opcionais e orçados à parte. Vale definir isso no projeto, porque depende do piso e da drenagem que já existe no pátio.
Os dois. Em locação, projeto, transporte, montagem e desmontagem entram em contrato único. Em venda, o escopo é acertado caso a caso.
Informe a área que precisa cobrir, o pé-direito necessário, o tipo de piso do local e o prazo de uso. Com isso o comercial já devolve uma configuração, e não uma faixa de preço genérica.