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Óleo, gás e energia

Módulo offshore MTA

Módulo em container marítimo para plataforma e embarcação, nas configurações de acomodação, laboratório, almoxarifado, banheiro, catering, escritório e refeitório. A base é container marítimo por uma razão de engenharia, não de acabamento: maresia, transporte naval e içamento em mar aberto impõem esforços que estrutura feita para operar em terra não recebe em nenhum momento da vida útil.

Módulo offshore Tecnomod de acomodação, em container marítimo com quadro estrutural amarelo, vista de três quartos com a porta de pessoal e o conjunto de slingas sobre o teto
Por que container marítimo

O ambiente define a estrutura

Não é escolha de acabamento. São três esforços que a unidade recebe antes de sequer entrar em operação — e o terceiro é uma operação de risco.

Ambiente agressivo

Maresia e salinidade constantes atacam estrutura, solda e pintura em ritmo que nenhuma edificação em terra enfrenta. A base de container marítimo é dimensionada para essa exposição desde a origem.

Transporte naval

Entre a base e a unidade marítima o módulo viaja em embarcação, sujeito a movimento de casco, impacto e amarração. A estrutura precisa chegar do outro lado sem deformação.

Içamento em mar aberto

O transbordo para a plataforma é a etapa crítica: guindaste operando com embarcação em movimento, carga suspensa sobre pessoas e sobre o mar. É operação de risco, e a estrutura que sobe é o primeiro item de segurança.

Módulos offshore Tecnomod instalados sobre containers em plataforma marítima, vistos de fora com o mar ao fundo Três módulos offshore Tecnomod peados com correntes no convés de embarcação de apoio em navegação Módulo offshore Tecnomod suspenso por guindaste sobre o convés de embarcação em mar aberto, com dois riggers segurando os cabos-guia
Configurações

Oito configurações, a mesma base

A base construtiva é comum a todas. O que muda entre uma configuração e outra é a instalação interna, o mobiliário e o dimensionamento da climatização.

Interior de módulo offshore de acomodação, com beliches, cortinas de privacidade, armários individuais, escrivaninha e banheiro ao fundo

Acomodação

Cabine para 2, 3 ou 4 pessoas, com beliche, armário individual e climatização. É a configuração que dá nome à linha — o MTA.

Interior de módulo offshore laboratório, com técnico pipetando amostra em bancada com balança analítica, analisador e braço de exaustão

Laboratório

Bancada, ponto de energia e exaustão para análise a bordo, sem depender de envio de amostra para terra.

Duas unidades compactas de almoxarifado offshore Tecnomod instaladas no convés de plataforma, ao lado de cilindros de gás acorrentados

Almoxarifado

Guarda de material, ferramental e peça de reposição na própria unidade marítima, com controle de acesso.

Interior de módulo offshore de banheiro coletivo, com fileira de cabines, lavatórios, espelhos e piso xadrez antiderrapante

Banheiro

Individual ou coletivo, conforme o efetivo e o arranjo de bordo.

Módulo offshore de catering de 10 pés fechado, com portas duplas de container e barras de travamento, no convés de plataforma

Catering

Unidade de 10 pés, medida escolhida para caber em arranjo apertado de convés e ainda assim atender o serviço de alimentação.

Interior de módulo offshore configurado como escritório e sala de controle, com dois operadores em painel de monitores e comandos

Escritório e sala de controle

Estação de trabalho, apoio administrativo e, quando o arranjo pede, painel de monitoração e comando da operação a bordo.

Interior de módulo offshore de refeitório, com mesas e bancos em inox, três tripulantes em refeição e balcão térmico ao fundo

Refeitório

Área de refeição para o efetivo embarcado, dimensionada conforme o turno.

Interior de módulo offshore de oficina, com mecânico em bancada com morsa, quadro de ferramentas e gaveteiro metálico

Oficina

Bancada, ponto de energia e ventilação para manutenção e pequeno reparo a bordo, sem imobilizar equipamento à espera de embarque para terra.

As medidas externas variam por configuração e por lote, e não seguem uma padronização de mercado como o contêiner dry de 6 e 12 metros. O comercial informa a medida da unidade disponível no momento da consulta.

Normas

O que cada sigla exige de fato

Especificação de óleo e gás chega com uma fila de siglas e raramente explica o que cada uma cobre. Este é o mapa — útil para escrever requisito e para conferir proposta, seja de quem for.

DNV 2.7-1Container offshore
Trata da unidade de carga: estrutura, pontos de içamento e ensaio. É a norma citada quando o contrato fala genericamente em “container certificado”.
DNV 2.7-2Módulo de serviço offshore
Trata do módulo em que pessoas entram — acomodação, escritório, laboratório. Cobre o que a 2.7-1 não alcança: rota de fuga, ventilação, instalação elétrica e habitabilidade. Para MTA, é esta a norma pertinente.
EN 12079Equivalente europeia
Norma europeia de container offshore e do conjunto de içamento. Aparece em especificação de operador de origem europeia, em geral citada junto da DNV.
Classe A60Integridade ao fogo
Classificação de resistência ao fogo: a divisão mantém a face não exposta abaixo do limite de temperatura por 60 minutos. É exigência de arranjo de bordo, não do container em si.
ATEXAtmosfera explosiva
Diretriz para equipamento instalado em área classificada. Quando exigida, alcança iluminação, tomada, quadro e climatização da unidade.
NRsRegulamentação brasileira
As Normas Regulamentadoras aplicáveis, que valem independentemente de haver ou não certificação internacional no escopo.

As unidades Tecnomod atendem às NRs aplicáveis de série. Certificação DNV e IMO é opcional e orçada por unidade, conforme o que o contrato exigir. O escopo que a unidade disponível atende é confirmado por consulta ao comercial — e vale pedir isso por escrito a qualquer fornecedor, porque a resposta muda de lote para lote.

Quem fabrica

Fábrica própria, frota própria

Boa parte da oferta de módulo offshore no Brasil é representação: a empresa que assina a proposta intermedeia um fabricante no exterior. Funciona, mas o prazo, a alteração de projeto e o reparo passam a depender de um terceiro do outro lado do mundo.

A Tecnomod fabrica. Alteração de arranjo interno, adequação a exigência de edital e reparo depois de campanha são resolvidos na própria fábrica, sem reimportação e sem fila de fornecedor externo. O transporte até o porto de embarque é feito com frota própria de carreta com munck. Duas perguntas que separam fornecedor de intermediário, e que vale fazer em qualquer cotação: quem fabrica a unidade, e quem transporta.

Soldador inspecionando o cordão de solda do reforço no bloco de canto do módulo offshore, ainda em primer, na fábrica
Offshore ou terra

Dois produtos, dois esforços

Pedir a linha errada custa caro nos dois sentidos: módulo de terra não sobrevive à operação offshore, e módulo offshore em canteiro é dinheiro gasto em esforço estrutural que ninguém vai usar.

Comparativo entre o módulo offshore e o módulo habitável de operação em terra
Módulo offshoreMódulo habitável em terra
Base construtivaContainer marítimoEstrutura fabricada para ocupação em terra
Exposição previstaMaresia, salinidade e mar abertoCanteiro, pátio e planta industrial
TransporteEmbarcação, com movimento de casco e amarraçãoCarreta rodoviária
MovimentaçãoIçamento por guindaste em mar aberto, carga suspensa sobre o marIçamento por munck em piso firme
CertificaçãoNRs de série; DNV e IMO sob demandaNRs aplicáveis
IçamentoSlingas certificadas, opcionaisBlocos de canto com olhal

Se a operação é em terra — canteiro, pátio ou planta industrial — a linha indicada é o container modular habitável, com painel isotérmico e acabamento em chapa lisa branca.

Ficha técnica

Estrutura, segurança e conformidade

O que é de série e o que é opcional, separado de forma explícita. Certificação internacional custa, e por isso não integra o padrão — entra quando o contrato exige.

Elevação lateral do módulo offshore Tecnomod, com o flanco corrugado, a caixa de junção estanque e a grelha de ventilação

Estrutura

Base
Container marítimo, dimensionado para transporte naval e içamento em mar aberto
Esquadrias
Porta e janela reforçadas, especificadas para o esforço de bordo
Vedação
Isolamento térmico e acústico
Pontos de içamento
Nos oito vértices, para movimentação por guindaste

Segurança de bordo

Incêndio
Sistema de detecção e alarme de incêndio
Iluminação
Iluminação de emergência
Elétrica
Tomadas seguras, especificadas para ambiente marítimo
Climatização
Ventilação e controle climático, dimensionados por configuração

Conformidade

De série
As unidades atendem às Normas Regulamentadoras aplicáveis
Sob demanda
Certificação DNV e IMO, orçada por unidade conforme a exigência do contrato e do operador da unidade marítima
Slingas
Conjunto de içamento com slingas certificadas, opcional
Escopo
O comercial confirma, por consulta, qual escopo de certificação a unidade disponível atende — a resposta não é a mesma para todo lote

Contratação

Regime
Locação ou venda
Configuração
Definida no projeto, conforme o arranjo de bordo e o efetivo
Base de saída
Fortaleza e Paulínia, com entrega no porto de embarque
Atendimento
Comercial de segunda a sexta, das 8h às 18h
Testeira do módulo offshore Tecnomod com a porta externa aberta, mostrando a antecâmara branca e a segunda porta interna Dois módulos offshore Tecnomod empilhados e travados no convés de plataforma, com escada de acesso e técnico descendo
Içamento e embarque

A etapa crítica é o transbordo

Entre a base e a unidade marítima o módulo passa por três movimentações: carregamento em terra, embarque no porto e transbordo para a plataforma. A última é a que concentra o risco — guindaste operando com embarcação em movimento, carga suspensa sobre o mar e sobre pessoas.

Por isso o conjunto de içamento é tratado como item de segurança e não como acessório. A Tecnomod fornece slingas certificadas como opcional, e a maioria dos operadores de unidade marítima exige a documentação do conjunto junto com a do módulo. O transporte terrestre até o porto é feito com frota própria; o plano de rigging a bordo segue o procedimento do operador.

Detalhe da manilha do conjunto de slingas conectada ao bloco de canto amarelo do módulo offshore
Perguntas frequentes

O que o comercial mais responde

Se a sua pergunta não estiver aqui, o WhatsApp responde de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Por que o módulo offshore é container marítimo e não a mesma estrutura usada em terra?

Porque o esforço é outro. O módulo habitável de canteiro é fabricado para ficar parado em piso firme, transportado por carreta e içado por munck. O módulo offshore atravessa maresia constante, viaja em embarcação sujeita a movimento de casco e é içado por guindaste em mar aberto, com a carga suspensa sobre o mar e sobre pessoas. A base de container marítimo é dimensionada para esse conjunto de esforços desde a origem.

Quais configurações estão disponíveis?

Acomodação para 2, 3 ou 4 pessoas, laboratório, almoxarifado, banheiro individual ou coletivo, catering em unidade de 10 pés, escritório e refeitório. A configuração é definida no projeto, conforme o arranjo de convés disponível e o efetivo embarcado.

As unidades são certificadas DNV?

A certificação DNV 2.7-1 é opcional e sob demanda, orçada por unidade. As unidades atendem às Normas Regulamentadoras aplicáveis de série; a certificação internacional entra quando o contrato ou o operador da unidade marítima exige. Vale dizer com clareza: certificar custa, e por isso não faz parte do padrão — quem precisa, contrata.

O que são as slingas certificadas e quando elas são necessárias?

São o conjunto de içamento — cabos e acessórios — com certificação própria, usado para levantar o módulo. Entram como opcional. Em operação de transbordo para plataforma o conjunto de içamento é item de segurança tanto quanto a estrutura, e a maioria dos operadores exige documentação do conjunto junto com a do módulo.

O que é MTA?

MTA é como o setor de óleo e gás chama o módulo de acomodação temporária: a cabine que recebe o efetivo embarcado durante campanha, parada de manutenção ou obra a bordo. É a configuração mais pedida da linha, e o termo aparece em especificação técnica e em edital.

Qual a diferença entre DNV 2.7-1 e DNV 2.7-2?

A 2.7-1 trata da unidade de carga: estrutura, pontos de içamento e ensaio. A 2.7-2 trata do módulo em que pessoas entram, e cobre o que a 2.7-1 não alcança — rota de fuga, ventilação, instalação elétrica e habitabilidade. Para MTA, a norma pertinente é a 2.7-2. Vale conferir isso em qualquer proposta: contrato que pede módulo de acomodação e recebe unidade certificada apenas em 2.7-1 está recebendo escopo menor do que pediu.

O que é classe A60?

É classificação de integridade ao fogo: a divisão mantém a face não exposta abaixo do limite de temperatura por 60 minutos. É exigência que nasce do arranjo de bordo — de onde o módulo vai ficar em relação a área de processo, rota de fuga e ponto de reunião — e não do container em si. Se o seu contrato exige A60, informe no pedido de orçamento, porque isso altera especificação e custo.

Quem fabrica as unidades?

A Tecnomod fabrica. Parte da oferta do mercado brasileiro é representação de fabricante estrangeiro, o que faz prazo, alteração de projeto e reparo dependerem de um terceiro no exterior. Fabricando, a alteração de arranjo interno, a adequação a exigência de edital e o reparo depois de campanha são resolvidos na própria fábrica. O transporte até o porto é feito com frota própria.

A Tecnomod entrega no porto de embarque?

Sim. A saída é de Fortaleza ou de Paulínia, com entrega no porto definido pelo cliente. O transporte terrestre é feito com frota própria; o embarque e o transbordo para a unidade marítima seguem o plano de rigging do operador.

É possível locar em vez de comprar?

Sim, nas duas modalidades. Para campanha com prazo definido a locação costuma sair mais barata; para operação permanente a venda tende a compensar. O comercial orienta conforme o prazo previsto de uso.

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Informe a configuração, a quantidade de unidades, se há exigência de certificação DNV ou IMO e o porto de embarque. O comercial responde de segunda a sexta, das 8h às 18h.

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